sábado, 25 de maio de 2013

DIP - Domingo da Igreja Perseguida

 
Dia 26 de Maio, como comumente se realiza ao longo de vários anos, a igreja livre estará fazendo menção aos cristãos que vivem em contexto de hostilidade extrema ao evangelho. A Missão Portas Abertas, agência que trabalha com nossos irmãos perseguidos, intitulou este dia como o "Domingo da Igreja Perseguida - DIP".
 
O DIP é uma oportunidade ímpar de divulgarmos o sofrimento profundo em que vivem os nossos irmãos. Por isso, no próximo dia 26, esteja orando e levando sua igreja a orar e se movimentar em prol desta causa tão nobre. Em Cristo,
 
Equipe Supracultural

sábado, 11 de maio de 2013

2ª CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA

Todos estão convidados!

 
Abs,
Supracultural
 


quarta-feira, 24 de abril de 2013

SUA VOZ ECOA NAS SELVAS


Estes dias o Senhor me concedeu a oportunidade de ler um dos melhores livros que já li em toda a minha vida. Trata-se da autobiografia de Sophie Muller, que figura em nossas livrarias sob o título: Sua Voz Ecoa nas Selvas.
A história de Sofia, como ficou conhecida esta norte-americana radicada na Colômbia, possui o poder de cativar tanto as mentes quanto os corações daqueles que graciosamente são conduzidos às linhas redigidas por esta guerreira do Senhor ao longo de suas idas e vindas pelos rios que cortam a Amazônia internacional, situada nos limites que dividem Colômbia, Venezuela e Brasil.
Esta querida serva de Deus ouviu falar de seu Senhor ainda muito jovem ao passear por um dos acessos ao metrô de Nova Iorque. Não sabia ela que de cima de um caixote surrado, ouviria a mensagem que transformaria para sempre a sua vida. Depois deste episódio, Sophie não mais abandonaria o desejo de servir a Jesus.
Tempos depois, já devidamente treinada e de posse das informações necessárias sobre o campo ao qual o Senhor havia ministrado ao seu coração. A senhorita Muller chega ao que seria o seu lar pelo resto de sua vida. As selvas amazônicas, no caso, a região regada pelos rios Negro e Içana – o qual faz parte tanto do território brasileiro como colombiano.
A princípio, o objetivo de Sofia era evangelizar os karom, como são conhecidos os índios Baniwas em solo colombiano. Contudo, numa de suas viagens, “sem que soubesse” Sofia atravessa a fronteira entre os dois países e passa, também, a evangelizar as terras de Santa Cruz. Surgia, deste aparente acaso, uma das mais bem sucedidas empreitadas missionárias entre os índios brasileiros.
Ao longo de mais de quarenta anos Sofia Muller evangelizou diversas tribos, tais como baniwas, puinaves, kuripacos, kobeos, piapocos, guaíbos e guaiaberos. Isso sem contar suas investidas entre índios completamente destituídos, a época, da presença do “homem branco”, caso dos cuivas selvagens e dos macus.
É enorme a divida que temos enquanto missionários e servos do Senhor para com a vida e a obra de Sofia Muller. Seu exemplo de abnegação e amor pelo Senhor Crucificado são contagiantes. É de tirar o fôlego à narrativa dos perigos e das aventuras vivenciadas por esta insigne missionária em terras completamente selvagens, num ambiente tão hostil que os mais zelosos desbravadores pensariam duas vezes antes de se aventurarem por eles. A contribuição das pesquisas feitas por Sofia entre as diversas etnias por ela evangelizadas, suas traduções e todas as gravuras por ela catalogadas foram providencias para a continuidade do trabalho desenvolvida pelas demais agencias missionárias que continuaram o legado deixado por ela.
Neste breve relato, gostaria de externar a maneira como o contato com a história de Sofia Muller tem influenciado missionários espalhados por todo o globo. Encorajando-os a perseverar naquilo que Deus tem colocado em suas mãos, não importando os reveses pelos quais os mesmos tenham que passar. Some-se a isso, a profunda admiração tão facilmente percebível nas feições dos anciãos das tribos alcançadas por Sofia, quando os mesmos se referem a ela como a mulher enviada por Deus para lhes salvar de seus fetiches e pagelanças, as quais, lhes afastavam do Deus Todo-Poderoso criador de todas as coisas.
Ademais, por conta do fulgor do brilho manifesto na vida desta destemida missionária tão profundamente apaixonada por seu Senhor, certa vez, na iminência de se sondar como ela podia ser tão cativa a vontade soberana daquele que “é tudo em todos”, lhe perguntaram:
            - Sofia, como se deu o seu chamado?
            - Chamado? Ora, eu nunca tive um!
- Eu simplesmente li uma ordem e obedeci.
Que a voz de Sofia Muller possa ecoar nas selvas até o momento de ser substituída pelo clamor da “última trombeta”.
Vicit agnus noster e um sequamur

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

NOVA IGREJA NO SERTÃO PARAIBANO

 
Olá Missionários do Senhor, Graça e Paz!

Queridos, é com imensa satisfação que trago boas novas do campo missionário. Como é do conhecimento de todos, desde o dia 05 de Janeiro de 2013, uma equipe de 20 missionários está na cidade de Patos plantando uma nova igreja no sertão da Paraíba.

A equipe está hospedada na casa da família missionária Renê, Juliete e Ana Júlia que de todo coração tem nos abençoado com uma hospitalidade sem igual. O clima de espiritualidade e comunhão permeia todo o ambiente e é notório o desejo de todos de fazer daquele lugar uma ante-sala do Reino.

Desta forma, quando se une uma equipe de missionários apaixonados pelo Senhor e o desejo d'Ele próprio de se fazer conhecido até os confins da Terra, o que temos é exatamente o que está acontecendo em Patos. Todos os dias Deus tem nos abençoado com milagres que não temos palavras para expressar, as vidas de todos estão sendo impactadas e o bem perfume de Cristo se faz sentir por todo lugar. E o melhor! Muitas vidas estão se rendendo ao senhorio de Cristo e todos os dias novos grupos familiares de discipulado estão sendo formados para ensinar aos novos convertidos "o motivo de tanta alegria" por parte dos missionários.

Neste momento, o projeto muda um pouco de estratégia. Aos poucos o impacto evangelístico vai dando lugar a um relacionamento mais sólido e pela tenra misericórdia de Deus as portas dos sertanejos têm se aberto para nós e um belo relacionamento tem brotado, O Senhor é bom!

Gostariamos, desta forma, de compartilhar com vocês algumas imagens de tudo isso. Acessem o canal do youtube Resgate do Evangelho e assistam aos vídeos e também ao depoimentos. Tenho certeza que Deus estará falando ao vossos corações. Há, não esqueçam! Todas as semanas novos vídeos serão postados, ok?

No mais, saibam que amamos todos vocês e agradecemos a todos que com suas ofertas missionárias, suas orações e acima de tudo com seu clamor para com Deus nos deram condições de estarmos vivendo este sonho. Deus abençoe a todos e muito obrigado!

A igreja que está em Patos-PB vos saúda!



Em Cristo,
Pr Jamerson Lopes do Nascimento - Dir. do Dept. Estadual de Missões.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A SECA NO SERTÃO

O que fazer diante disso?

Caros irmãos em Cristo,

Gostaríamos de pedir sua ajuda e suas orações para esta situação de emergência.

Desde o ano passado a Missão Juvep tem atuado junto aos Quilombolas (remanescentes de escravos) de Santa Teresinha (PE), através das missionárias Vilma e Bebel.
A seca este ano tem castigado duramente esse povoado, que tem sido esquecido pelo poder público. São aproximadamente 1.500 pessoas padecendo praticamente sem assistência!
A situação é gravíssima, como descrito no e-mail da missionária:


Olá irmãos, graça e paz
Estou vos escrevendo porque há um pedido urgente de oração é que o poço que o pessoal da Vila pegava água para beber e cozinhar secou, eles estão desesperados, pois só resta a ÁGUA VERDE e FEDIDA, CHEIRO PURA FOSSA e o povo já está adoecendo devido as bactérias que há na água.
Continuem orando pelos demais pedidos como pelos novos convertidos por mais conversões, pelos trabalhos, por mim, meu ministério, saúde...

Um grande abraço.
No amor de CRISTO,
Vilma.

O que fazer diante disso?
O plano da Juvep é:

1) Abastecer o povoado com 2 carros pipa por semana, o suficiente para beber e cozinhar, durante 3 meses.
Cada carro pipa tem capacidade para 7.000 litros de água, ao custo de R$ 120,00.

2) Viabilizar a construção de um poço profundo, no valor de R$ 10.000,00, que inclui perfuração e todos os equipamentos

3) Viabilizar o conserto da barragem do povoado, o que auxiliaria o abastecimento nos próximos anos, ao custo estimado de R$ 8.000,00

Como ajudar?
O orçamento estimado de acordo com as ações acima é de R$ 21.360,00.
Para ofertar, deposite a quantia que Deus lhe orientar, na seguinte conta bancária:

Missão Juvep
Caixa Econômica Federal
ag 0036
op 013
cc 317988-3

Que o amor que podemos expressar em nossos gestos em favor desse povo possam amolecer seus corações e abrir as portas para que o evangelho de Cristo entre!
Coloque os quilombolas de Santa Teresinha em sua agenda de oração!
Muito obrigado!!

A coordenação do Departamento de Desenvolvimento Comunitário da Missão Juvep
Marcio Sato
Tel: (83) 9630-1042 (83)32482095
 
OBS.: Artigo Publicado no site da Missão Juvep http://www.juvep.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=440:o-que-fazer-diante-disso&catid=34:institucional compartilhando para oração e atuação.
 
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

EVOLUCIONISMO CULTURAL, Celso Castro


EVOLUCIONISMO CULTURAL

Uma breve biografia dos principais autores:
 
LEWIS MORGAN

     Nasceu em 1918 em Nova Iorque. Profundo conhecedor das tribos iroqueses, estudou-as profundamente. Sua especialidade fora “parentesco”, com o livro “Sistemas de consangüinidade e afinidade da família humana” o maior e mais caro livro até então publicado pela Smithsonian Institution. Morgan chegou ã conclusão de que havia apenas dois sistemas de terminologia de parentesco, fundamentalmente diferentes: um descritivo (do hemisfério sul, tropical e claramente não-europeu) e outro classificatório (da Europa e do noroeste asiático).

Depois publica o “Castor americano e suas obras”. Contudo, seu opúsculo fora “Sociedade Antiga”, No livro, Morgan estudou os estágios de progresso da sociedade humana através da análise de cinco casos exemplares: os aborígines australianos, os índios iroqueses, os astecas, os gregos e os romanos. O desenvolvimento da idéia de propriedade teria sido, na interpretação de Morgan, o processo decisivo para o surgimento da civilização. Com o livro, Morgan tornou-se internacionalmente conhecido (embora também bastante criticado) e o principal expoente da antropologia nos Estados Unidos. Toda uma geração de jovens interessados na disciplina passou a procurá-lo em sua casa em Rochester. Este livro que influenciou profundamente Marx e Engels. Morreu em 1881.

EDWARD BURNETT TYLOR

     Pai do conceito moderno de cultura e do conceito de anima na natureza. Nasceu em 1832. O primeiro livro publicado pelo mesmo fora Anahuac: ou, México, antigo e moderno. Depois publicou Pesquisas sobre a antiga história da humanidade e o desenvolvimento da civilização. Sua obra principal fora “Cultura Primitiva: pesquisa sobre o desenvolvimento da mitologia, religião, linguagem, arte e cultura”.

Tylor é por muitos considerado o pai da antropologia cultural por ter dado pela primeira vez uma definição formal de cultura, na frase que abre Cultura primitiva — cujo primeiro capítulo, "A ciência da cultura", foi incluído nesta coletânea: "Cultura ou Civilização, tomada em seu mais amplo sentido etnográfico, é aquele todo complexo que inclui conhecimento, crença, arte, moral, lei, costume e quaisquer outras capacidades e hábitos adquiridos pelo homem na condição de membro da sociedade."

Em 1883, após terem sido feitas reformas universitárias na Grã-Bretanha, Tylor afinal pôde ser nomeado para um cargo público, tornando-se conservador (Keeper) do museu da Universidade de Oxford (atualmente, Museu Pitt-Rivers). Já era considerado a maior autoridade britânica em antropologia, razão pela qual tornou-se, no ano seguinte, o primeiro presidente da recém-criada Seção Antropológica da BAAS. Foi também, por duas vezes, presidente do Royal Anthropological Institute. Ainda em 1884, tornou-se o primeiro Leitor (.Reader) de Antropologia de Oxford e da Grã-Bretanha, e em 1896, Professor, o grau mais elevado da vida acadêmica britânica (equivalente ao professor titular no Brasil).

Foi tido como o maior antropólogo inglês, vindo a receber o título de “Sir”. Morreu em 1917 aos 84 anos.

JAMES GEORGE FRASER


     Nasceu na Escócia em 1854, estudou na Universidade de Glasgow, mudando-se depois para o Trinity College em Cambridge do qual jamais se desligou por toda a vida – o mesmo fora bolsista vitalício sem ônus. O mesmo fora um profundo conhecedor dos clássicos gregos e latinos, conhecendo os mesmos no original. Sua maior obra fora o “Ramo de Ouro”. O mesmo foi o primeiro acadêmico da antropologia a ocupar uma cátedra universitária – Universidade de Liverpool. Morreu em 1931, após receber o título honoris causa da Sorbone. Em 1922, iniciaram-se as Frazer Lectures [Conferências Frazer], realizadas anualmente até hoje, num regime de rodízio, pelas universidades de Glasgow, Cambridge, Oxford e Liverpool, com a participação dos antropólogos mais eminentes.

     Aqui um pequeno trecho do Ramo de Ouro:

Através de uma aplicação do método comparativo, creio poder demonstrar ser provável que o sacerdote representou em sua pessoa o deus do bosque — Virbius — e que seu sacrifício foi visto como a morte do deus. Isso levanta a questão sobre o significado do difundido costume de se matar homens e animais vistos como divinos... O Ramo de Ouro, creio poder demonstrar, era o visco, e toda a lenda pode, creio, ser posta em conexão, por um lado, com a reverência druídica pelo visco e os sacrifícios humanos que acompanhavam seu culto; e, por outro lado, com a lenda nórdica da morte de Balder. O que quer que se pense das teorias [do livro] descobrirão que ele contém um grande estoque de costumes muito curiosos, muitos dos quais podem ser novidade mesmo para antropólogos reconhecidos. A semelhança de muitos desses costumes e idéias selvagens com as doutrinas fundamentais da Cristandade é admirável. Mas não faço referência a esse paralelismo, deixando que meus leitores tirem suas próprias conclusões, de uma maneira ou de outra.

     Sua última obra fora Folclore no Antigo Testamento, publicado em 1918.

TEORIA EVOLUCIONISTA

O postulado básico do evolucionismo em sua fase clássica era, portanto, que, em todas as partes do mundo, a sociedade humana teria se desenvolvido em estágios sucessivos e obrigatórios, numa trajetória basicamente unilinear e ascendente. A possibilidade lógica oposta, de que teria havido uma degenera- ção ou decadência a partir de um estado superior — idéia que tinha por base uma interpretação bíblica — precisava ser descartada, como se poderá ver nos textos aqui reunidos. Toda a humanidade deveria passar pelos mesmos estágios, seguindo uma direção que ia do mais simples ao mais complexo, do mais indiferenciado ao mais diferenciado.

O caminho da evolução seria, nas palavras de Morgan, natural e necessário: "Como a humanidade foi uma só na origem, sua trajetória tem sido essencialmente uma, seguindo por canais diferentes, mas uniformes, em todos os continentes, e muito semelhantes em todas as tribos e nações da humanidade que se encontram no mesmo status de desenvolvimento."

Como decorrência da visão de um único caminho evolutivo humano, os povos "não-ocidentais", "selvagens" ou "tradicionais" existentes no mundo contemporâneo eram vistos como uma espécie de "museu vivo" da história humana — representantes de etapas anteriores da trajetória universal do homem rumo à condição dos povos mais "avançados"; como exemplos vivos daquilo "que já fomos um dia". Para Frazer, "o selvagem é um documento humano, um registro dos esforços do homem para se elevar acima do nível da besta".

Os pressupostos evolucionistas foram muito criticados, nas duas primeiras décadas do século XX, por antropólogos que preferiam explicar a questão da diversidade cultural humana através da idéia de difusão, e não da de evolução. Para a chamada escola difusionista, a ocorrência de elementos culturais semelhantes em duas regiões geograficamente afastadasdas não seria prova da existência de um único e mesmo caminho evolutivo, como pensavam os evolucionistas; o pressuposto difusionista, diante do mesmo fato, era que deveria ter ocorrido a difusão de elementos culturais entre esses mesmos lugares (por comércio, guerra, viagens ou quaisquer outros meios).

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

DÁ-NOS A PARAÍBA, SENHOR!


Não há como fazer uma simples oração como esta e não nos lembrarmos do servo do Senhor, John Knox. Há muito tempo atrás era esta a oração que o homem de Deus fazia ao retornar ao seu país – Escócia – após um período de aprendizado na Escola de Teologia de Genebra – que Knox chamou de a mais perfeita escola de Cristo desde os tempos apostólicos –, a qual era liderada por João Calvino.
Nestes últimos meses esta oração não sai de minha mente e coração, “dá-nos a Paraíba, Senhor!”. Em pouco mais de sete meses já podemos contar com algumas igrejas inauguradas e muitos Conselhos Missionários em pleno funcionamento. O último, por exemplo, ocorreu na cidade de João Pessoa, e muitos foram os sinais da presença de Deus naquele lugar ao longo de todo o evento missionário que ocorreu ali. Agora, o Senhor nos conduz a mais um desafio. Desta vez, o alvo de nossa saga missionária será a cidade de Alagoa Grande, mais precisamente a igreja OBPC que se reúne naquela cidade sob a liderança do Pr. Gilbemar.
Destarte, todos os contatos já foram feitos e os preparativos se encontram encaminhados, se Deus permitir, no próximo dia 20 deste mês, mais uma caravana partirá da cidade de Campina Grande para juntos com os amados da igreja local, somarmos forças na iminência de sermos uma pungente resposta a expectativa de Deus de “fulgurar a sua glória e fazer conhecido o seu nome até os confins da Terra”.
Pois é amados. Estas são apenas algumas das maravilhas que Deus tem realizado em nossas vidas e ministérios. Contudo, alguns desafios ainda insistem em nos preocupar, se bem que a nossa força está no Senhor. Um destes desafios, por exemplo, é o fato de algumas de nossas igrejas ainda não terem se envolvido na obra de missões, o que não apenas têm sobrecarregado as demais igrejas, como também, tem contribuído para dificuldade de se conseguir os recursos necessários a todos os projetos que estão sendo desenvolvidos e que, pela infinita misericórdia de Deus, tem tomado proporções que estão surpreendendo a todos. Outro desafio tem sido auxiliar as igrejas recém-visitadas pelo projeto de Implantação de Conselhos Missionários a permaneceram firmes na seara missionária, uma vez que as investidas do exército inimigo tem tentado minar as forças daqueles que tão zelosamente estão se mobilizando “no Nome do Senhor”. Mas, quanto a isso não há com o que se preocupar, pois, “maior é o que está conosco do que o que está com o mundo”. Existem ainda outras questões, mas, a meu ver, estas são as principais.
Não obstante, o Deus Todo Poderoso “é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam”. Digo isto porque outro dia estive visitando um irmão e este me levou ao seu quarto de oração e me mostrou um mapa da Paraíba estendido, sob o qual o mesmo tem orado insistentemente, da seguinte forma:
            “Dá-nos a Paraíba, Senhor!”
No mesmo instante Deus me transportou em meus pensamentos a antiga Escócia de John Knox e me fez lembrar das maravilhas realizadas ali, e, com um cicio, declarou-me:
            “Eu, o Senhor, não mudo” Ml 3.6
Pr. Jamerson Lopes do Nascimento
Departamento de Missões Estaduais

 
           Campina Grande, Outubro de 2012.